quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Clareamento dental não faz milagre

Feito o estrago, nem o clareamento dental restaura a cor original dos dentes. O procedimento, que é vedete na odontologia estética, também não faz um branqueamento, esperado por muitos pacientes.
Dentes acinzentados ou amarelados poderão clarear dentro de seus matizes,


explica a dentista Fátima Zanin, doutora pela UFRJ e especialista no assunto.

"Muitos acham que o clareamento é um branqueamento. Mas o resultado é baseado em como é o dente", diz Zanin. "E também não existe dente branco como uma folha sulfite", explica.


Segundo ela, alguns matizes mais claros refletem melhor a luz, por isso dão a falsa impressão de que são branquíssimos.


De acordo com o vice-presidente da Sociedade Brasileira de Odontologia Estética, Marcelo Fonseca, em 20% dos casos o resultado do clareamento é insignificante. "Não dá para prevê-lo", afirma. Segundo ele, dentes em tons acinzentados e amarronzados são mais resistentes. Os manchados pelo uso do antibiótico tetraciclina durante a infância também dificilmente têm melhoras com o clareamento.


Fonseca afirma, no entanto, que a técnica, mesmo quando causa uma leve melhora da cor, já ajuda na auto-estima do paciente. "Alguns choram de felicidade quando vêem o resultado", afirma Zanin. Fonseca diz que o procedimento hoje é mais realizado na área de estética nos consultórios dentários. "É uma febre até entre adolescentes."


O casal de apresentadores Cida Marques, 27, e Márcio Moraes, 44, se diz fã do procedimento. A apresentadora hoje só faz o clareamento com orientação. Mas já abusou. Aplicava o clareador para dormir, apesar de ter recebido recomendação para manter o produto na boca por apenas três horas por dia. "Acordava com os dentes doloridos. Não podia comer que dava um arrepio."


Os dentistas recomendam que as sessões de clareamento tenham um intervalo de pelo menos seis meses. Abusar de oluções branqueadoras e utilizá-las sem orientação é um risco. Pode levar à hipersensibilidade e à fragilização dos dentes.


As diferentes técnicas de clareamento utilizam a mesma substância ativa, o peróxido de hidrogênio em altas concentrações, que oxida os pigmentos.


Segundo o professor titular de endodontia da USP João Humberto Antoniazzi, a alteração da cor dos dentes é natural no envelhecimento. Pessoas que fazem muito regime e ficam com a boca muito ácida também estão propensas ao problema. "Algumas pessoas têm uma acidez natural que pode ser controlada com uma pasta de dentes específica", diz.


O consumo exagerado de alimentos com pigmentos fortes, como café, chá preto e chocolate também pode escurecer os entes. O fumo é um dos principais causadores de dentes escuros. Mas também a má oclusão (ato de cerrar os dentes) pode levar a alterações de cor.

O escurecimento por traumas ou morte da polpa do dente (nervo) são os mais difíceis de tratar. O clareador tem de ser njetado na câmara do dente, e o procedimento só pode ser repetido três vezes.



O clareamento pode ser feito no consultório ou com o uso de moldeiras e da solução clareadora em casa, por um eterminado período e número de horas.


Folha de São Paulo



Flúor: de aliado a vilão

Nos últimos trinta anos, o número de brasileiros com cárie caiu cerca de 70%. O grande responsável por essa redução tão significativa foi o flúor. Ao longo desse período, o mineral foi misturado à água pelas companhias municipais de saneamento e adicionado aos cremes dentais. O flúor fortifica o esmalte, uma espécie de capa protetora dos dentes. Com a difusão de seu uso, outro problema surgiu – a fluorose, o excesso de flúor no organismo. Afinal, a substância não se encontra apenas na água e nos cremes dentais: ela também está presente em diversos alimentos, como chás, leite em pó e cereais. "Passou a haver uma ingestão exagerada de flúor", diz a cirurgiã-dentista Marília Buzalaf, professora da Universidade de São Paulo. As grandes vítimas desse consumo desmedido são as crianças. Em algumas cidades do Brasil, como Porto Alegre, mais da metade da população entre 8 e 14 anos sofre do mal. Em seu grau mais leve, a fluorose se manifesta por intermédio de pequenas manchas brancas sobre o dente. Nos casos mais avançados, ela enfraquece o dente de tal forma que, além de ficar mais suscetível à cárie, ele pode se quebrar com facilidade.
 
A fluorose é um mal que avança silenciosamente. O excesso do mineral pode começar a estragar os dentes antes de eles nascerem. A incidência do problema é maior entre as crianças porque, não bastasse o consumo natural de flúor, elas tendem a consumir doses extras ao engolir, sem querer, pasta de dente. Vários estudos já mostraram que, até os 7 anos de idade, elas chegam a ingerir 80% da pasta de dente usada numa escovação. Por isso, vários odontopediatras recomendam que crianças de até 7 anos usem apenas cremes dentais com baixas concentrações de flúor. E que a quantidade de pasta, nesses casos, seja equivalente a um grão de arroz.
 
A melhor arma na prevenção da fluorose é ensinar às crianças como fazer uma higiene bucal adequada e manter em dia as visitas ao dentista. Simples assim. A fluorose não se combate com o abandono do uso do flúor. Mesmo porque, para muitos brasileiros, especialmente os das camadas mais pobres, a água fluorada é ainda a única arma contra a cárie. Além disso, quando o dente já está formado, tanto em crianças quanto em adultos, o mineral não representa nenhuma ameaça. Ao contrário: é um grande aliado.
 
VEJA Saúde

Ozônio: um novo agente para tratamento de cáries dentárias?

Cáries dentárias são doenças infecciosas de natureza bacteriana que afetam a superfície dos dentes, determinando sua desmineralização e cavitação, o que ocasiona desconforto e dor.

Alguns estudos indicaram que, pela sua toxicidade para certas bactérias, o ozônio poderia representar um importante elemento do arsenal atualmente disponível para o tratamento da cárie.

Uma revisão sistemática da literatura realizada através do banco de evidências Cochrane avaliou a efetividade do ozônio como elemento terapêutico contra cáries. De acordo com dados disponíveis pelo sistema de atualização Update, faltam ainda informações consistentes que permitam avaliar a eficácia do ozônio como agente terapêutico contra cáries dentárias.

Assim, sua utilização ainda não seria recomendada na realização de tratamentos dentários convencionais.

Fonte: The Cochrane Library, Issue 3, 2004. Chichester, UK: John Wiley & Sons, Ltd.

Falta de dentes piora qualidade de vida

Um sorriso comprometido é causa de perda na qualidade de vida das pessoas, afirmam cientistas britânicos em estudo publicado na mais nova edição da revista British Dental Journal.
Entrevistas com mais de 7 mil pessoas na Austrália e no Reino Unido mostraram que a percepção da qualidade de vida estava intimamente relacionada ao número de dentes presentes na boca dos entrevistados. Em ambos os países os índices de qualidade de vida foram significativamente melhores em pessoas com 25 ou mais dentes. Os piores escores, no Reino Unido, ocorreram em pessoas com menos de 17 dentes naturais, e, na Austrália, naqueles com menos de 21 dentes.
 
Ainda segundo o mesmo estudo, como idosos tendem a ter menos dentes que os jovens, eles também foram um dos grupos que relatou pior qualidade de vida associada à saúde bucal.
 
Fonte: British Dental Journal (2004); 197, 393.

Novo Tratamento pode Eliminar a Broca

Esmalte sintético pode evitar obturação, dizem cientistas


Cientistas japoneses disseram na revista especializada Nature ter desenvolvido um esmalte sintético para tratar as cáries que pode eliminar a necessidade de realizar pequenas obturações nos dentes.
 
Ele é feito de uma versão modificada de um material chamado hidroxiapatita, cuja composição química é semelhante à do esmalte natural dos dentes.
 
Os cientistas do Instituto Dental FAP, de Tóquio, também afirmaram que a pasta torna desnecessário o uso da broca para tratar problemas nos dentes.
 
Hoje em dia, quando os dentistas vão arrumar pequenas áreas nos dentes cariados, eles precisam retirar um pedaço do dente que ainda está sadio para poder colocar a obturação. Para isso usam a broca.
 
Fortalecimento
 
Para testar o novo produto, os cientistas trataram com ele um dente pré-molar inferior que apresentava sinais de deterioração.

Eles observaram então que o esmalte sintético se fundiu como o revestimento natural do dente.
 
Além de curar a cárie, o produto também evita o surgimento de outras, pois fortalece o dente, afirmaram os cientistas.
 
Eles compararam a hidroxiapatita modificada com outro tratamento alternativo para as cáries, o uso de uma solução de flúor fosfato acidulado e concluíram que esta solução deixa uma lacuna com o esmalte natural do dente.
 
Ressalva

Mas a equipe liderada por Kazue Yamagishi ressalvou que o uso da hidroxiapatita modificada exige um cuidado especial – a substância não deve entrar em contato com as gengivas, sob risco de causar uma inflamação.
 
A dentista Liz Kay, assessora científica da Associação Dental da Grã-Bretanha, observou porém que o artigo da Nature “não parece descrever uma nova ‘cura’ para a deterioração dos dentes”.
 
“Já há muito tempo se sabe que a deterioração, quando diagnosticada bem cedo, pode ser revertida por meio da aplicação de flúor e mantendo um PH neutro ou alcalino na boca”, disse ela.
 
“Assegurar-se de que os dentes estão em um ambiente livre de ácido e escová-los duas vezes por dia com uma pasta de dente com flúor é um método simples e aprovado clinicamente para combater a deterioração precoce.”
 
Fonte: BBC

Estudo aponta que hipoplasia dental pode ajudar no diagnóstico precoce da doença celíaca

Crianças e adolescentes com doença celíaca que foram avaliados por pesquisadora mineira apresentaram chance 12,5 vezes maior de desenvolver a hipoplasia do que as que não possuíam.

O diagnóstico de hipoplasia dental pode ajudar médicos a identificar a doença celíaca. Foi a esta conclusão que chegou a cirurgiã-dentista Luciana Quintão Foscolo Melo, em sua tese de mestrado “Prevalência da hipoplasia de esmalte dental em pacientes celíacos” defendida em outubro deste ano, na Faculdade de Medicina da UFMG. Segundo notícia da assessoria de comunicação da universidade, a autora avaliou 66 crianças e jovens atendidos no Ambulatório de Gastroenterologia Pediátrica do Hospital das Clínicas da UFMG.

De acordo com a notícia, Melo identificou que “a incidência de celíacos com hipoplasia dental foi de 88,2%, enquanto no grupo de pacientes não-celíacos, atingiu 28,6%. De acordo com o estudo, as chances de um paciente celíaco desenvolver a hipoplasia dentária são 12,5 vezes maiores que a de um não-celíaco”. Porém, embora seja mais freqüente em pacientes com doença celíaca, indivíduos com quadros como diabetes, asma, bronquite e traumas também podem ser acometidos pela hipoplasia dental.

Vale lembrar que esta doença, a celíaca, que atinge 1% da população, é uma intolerância permanente ao glúten. “Os sintomas mais freqüentes são o atraso do crescimento e, em adolescentes, puberdade retardada. Outros são, diarréia, vômitos, perda de peso e musculatura e falta de apetite”, diz a publicação. A pesquisadora afirma na notícia, que as dificuldades na troca de informações entre médicos e dentistas são entre outras coisas, em função do desconhecimento da doença celíaca pelo profissional de odontologia. Por conta disso, ela considera necessária a ampla divulgação de informações sobre esta patologia.

Agência Notisa



segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Pacientes com herpes simples, estomatite e irritações na gengiva encontram cura na cadeira do dentista

Pacientes com herpes simples, estomatite e irritações na gengiva encontram cura na cadeira do dentista



Há tempos os dentistas deixaram de ser encarados como profissionais a quem se recorre apenas em caso de dor. Hoje em dia, são responsáveis não só pela saúde bucal, como pela estética dos pacientes. Alguns, inclusive, já estão um passo à frente e oferecem tratamento para problemas como aftas, estomatite, herpes simples e irritações na gengiva à base de laser.







"O laser de diodo, que tem baixa potência, vem sendo empregado com muito sucesso nos consultórios dentários. Além de proporcionar uma pré-anestesia, diminuindo o incômodo no momento do tratamento, acelera a cicatrização, cura aftas e herpes simples e também é usado em casos de gengivite", diz o doutor Marcelo Rezende, cirurgião dentista e diretor da Smiling Dental Care, de Manaus.







Rezende explica que as aftas representam uma doença inflamatória crônica, caracterizada pelo surgimento de pequenas úlceras muito doloridas que surgem na boca com certa freqüência e que não podem ser negligenciadas. "Crianças que deixam de se alimentar corretamente quando estão com aftas na boca chegam a perder peso ou até ficar desidratadas no período mais dolorido, que pode durar de cinco e sete dias".







Nos Estados Unidos, estima-se que 20% da população sofra com aftas constantemente. Elas começam a surgir ainda na infância, mas atingem seu pico entre dez e 19 anos. Além de uma predisposição genética, fatores como trauma, disfunção da glândula salivar, mordidas acidentais, manuseio durante tratamento dentário, machucados ocorridos durante a escovação dos dentes e estresse vigoram entre as causas freqüentes.







"Algumas pessoas também manifestam esse tipo de úlcera em reação à alergia de alguns alimentos, como glúten, canela, leite, café, chocolate, batatas, queijos, frutas cítricas e certos temperos", diz o especialista.







Para quem pensava que afta não podia ser tratada na cadeira do dentista, Marcelo Rezende adverte: "Não só é possível tratar qualquer problema bucal no consultório dentário, como é obrigação de cada dentista buscar novas soluções para zelar pela saúde de seus pacientes. Inclusive porque feridas mal curadas, por exemplo, podem se transformar em câncer. E o dentista é o profissional que tem mais acesso à boca da população".




ABN – Agência Brasileira de Notícias



E-mail anônimo avisa que internauta tem mau hálito

E-mail anônimo avisa que internauta tem mau hálito


Se você tem algum amigo que tem mau hálito e fica constrangido em avisá-lo, não se preocupe, a tecnologia vai ajudá-lo. A ABPO (Associação Brasileira de Estudos e Pesquisas dos Odores da Boca) criou um serviço de e-mail anônimo que envia um aviso ao destinatário da mensagem que ele sofre de halitose.



O serviço funciona assim: o remetente entra no site da associação e solicita o envio da mensagem informando o endereço de e-mail da pessoa que tem o problema. E a instituição encaminha a mensagem sem revelar o nome do solicitante.


A iniciativa faz parte da campanha S.O.S Mau Hálito de combate a halitose, nome científico do mau hálito. Segundo a associação, o problema não é uma doença, e sim um sintoma de que algo está errado no organismo. Na mensagem a ABPO explica detalhes da halitose e orienta o destinatário do e-mail a procurar tratamento.




Segundo a associação, 93% das pessoas avisadas ficam gratas ao autor do recado, porque o portador de halitose não consegue identificar o odor. "Quando um odor é constante, o bulbo olfativo fica impregnado e, por 'fadiga olfatória', a pessoa deixa de senti-lo", explica um trecho da mensagem.







Fonte:Wnews.com.br



Ronco aumenta risco de Mal de Alzheimer, diz estudo

Ronco aumenta risco de Mal de Alzheimer, diz estudo


Pessoas que roncam muito podem estar mais sujeitas a desenvolver o Mal de Alzheimer, dizem pesquisadores da Leeds University, na Grã-Bretanha.



Segundo os especialistas, o ronco, assim como quaisquer fatores que provoquem uma diminuição da oxigenação no cérebro - entre eles, derrames e ataques cardíacos - tornam o paciente vulnerável à acumulação de substâncias tóxicas que estariam associadas ao Mal de Alzheimer.

Os cientistas demonstraram como vítimas de derrames podem estar sujeitas a desenvolver a condição, anos ou décadas após terem se recuperado integralmente.



Já se sabia sobre a associação entre o derrame e o Mal de Alzheimer. O estudo da Leeds University tenta explicar como isso acontece.



O coordenador do estudo, Chris Peers, da Faculdade de Medicina da Universidade de Leeds, explicou: "Nossa pesquisa está observando o que acontece quando níveis de oxigênio no cérebro são reduzidos por uma série de fatores".



"Condições de longo prazo como efisema ou angina, incidentes repentinos como ataques cardíacos, derrames ou mesmo trauma na cabeça."



Segundo o especialista, mesmo que o paciente aparentemente esteja completamente recuperado, o dano celular pode ser irreversível.



"Isto pode ser significativo até para pessoas que roncam muito, cujos padrões de sono sejam tais que durante a noite haja momentos em que seu cérebro fica hipóxico - ou deprivado de exigênio suficiente".



"Pode ser qualquer coisa que impeça o coração e os pulmões de trabalhar juntos".



A pesquisa se concentrou nos danos causados sobre um grupo de células chamadas astrócitos durante situações de baixa oxigenação.



Quando o cérebro está funcionando normalmente, faz conexões através da liberação de minúsculas quantidades de substâncias químicas nas sinapses (pontos onde as extremidades de neurônios vizinhos se encontram).



Os resíduos químicos são "varridos" por células conhecidas como astrócitos.



A equipe da Universidade de Leeds mostrou que se em algum momento os astrócitos ficaram hipóxicos, ficam menos capazes de varrer essas substâncias químicas, que se acumulam e tornam-se tóxicas.



"Os astrócitos são tão essenciais como os neurônios para as funções normais do cérebro - e temos dez vezes mais (astrócitos do que neurônios)", disse Peers.



A especialista Susanne Sorensen, chefe de pesquisas da Alzheimer's Society, disse que o estudo é importante.



"A equipe examinou o papel de células que dão suporte aos neurônios no cérebro. Isto é interessante porque ao invés de se concentrar nos neurônios, eles observaram processos no cérebro que até então não tinham sido estudados detalhadamente".



O Mal de Alzheimer é uma doença que afeta o cérebro e para a qual não existe cura.



Ela pode levar 30 anos para se desenvolver.



A partir dos 65 anos de idade, as chances de se desenvolver a doença dobram a cada cinco anos.



Fonte:BBC Brasil

Estudo aponta ligação entre terapia periodontal e redução do colesterol





Estudo aponta ligação entre terapia periodontal e redução do colesterol



De acordo com matéria publicada na última edição do Boletim do CRO-RJ, o tratamento odontológico é capaz de influenciar positivamente na redução de níveis de colesterol. Essa ligação foi constatada durante um estudo realizado com 50 pessoas cujos resultados foram publicados no “Southern Medical Journal”, em julho deste ano.



Segundo a notícia, os pesquisadores dividiram os participantes em dois grupos, sendo que um foi submetido à terapia periodontal local, enquanto o outro não. “O perfil lipídico de todos os participantes foi avaliado no início e três meses após o término do estudo”, diz.



Com isto, os autores identificaram uma redução drástica nos níveis de colesterol total e LDL nos pacientes que realizaram o tratamento. E, ainda observaram nesse grupo, uma redução de sangramentos dentários. Assim, segundo a notícia, os autores entendem que “a periodontite provoca modificações no organismo capazes de alterar os níveis de colesterol total e LDL, por meio da ativação dos mecanismos de resposta inflamatória e metabólica”. De forma que, o tratamento periodontológico demonstra ser uma estratégia eficiente para a redução do colesterol.



Agência Notisa