terça-feira, 14 de setembro de 2010

Casca de ovo de crocodilo pode ser útil em tratamento dental

Cientistas tailandeses descobriram na casca de ovo de crocodilo uma rica fonte de hidroxiapatita, substância rica em cálcio empregada em implantes de dente e no tratamento de fraturas ósseas, informou nesta segunda-feira a imprensa local.

A descoberta foi feita por uma equipe de farmacêuticos da Universidade de Kasetsart, após uma pesquisa de quase três anos com ovos procedentes dos maiores criadores de crocodilos da Tailândia.
 
Segundo o professor Sutatip Sirisarnpisart, em um grama de casca de ovo de crocodilo há cerca de 70% de hidroxiapatita, substância que a indústria farmacêutica internacional extrai, atualmente, da casca de ovos de galinhas.
 
Em seus experimentos, os cientistas tailandeses constataram que as cascas de ovo de crocodilo, trituradas e misturadas com fosfato e expostas a um processo hipotérmico --como é feito com as de ovo de galinha--, possuem melhor qualidade, já que sua pigmentação é mais branca e apresentam maior espessura.
 
Os cientistas acreditam que os resultados da pesquisa ajudarão a fortalecer os negócios em criação de crocodilos no país.
 
Folha On Line da Efe, em Bancoc

Sorriso em Risco

Sucos ácidos provocam erosão nos dentes. É o efeito colateral da alimentação saudável



Durante décadas, uma das maiores ameaças à beleza de um sorriso foi a cárie. Ela resulta da proliferação de bactérias causadas pela falta de higiene correta. Outro grande problema eram as doenças na gengiva (também chamadas de periodontais). Elas provocam o amolecimento e a perda dos dentes. Os dois males ainda existem, mas estão controlados na maior parte da população graças ao flúor presente na água e nas pastas de dente.


A nova preocupação dos dentistas é a erosão dental, causada por alimentos e bebidas ácidas. Os dentes perdem minerais – como o cálcio – e se tornam quebradiços, com bordas trincadas. Ela também provoca afinamento do esmalte, uma aparência amarelada e sensibilidade a alimentos gelados ou quentes.


Curiosamente, a erosão dental parece ser um efeito colateral da dieta extremamente saudável. O aumento dos diagnósticos, segundo os dentistas, ocorre justamente no grupo de pacientes que toma mais cuidado com o corpo e com a alimentação.Consumir sucos e chás de frutas cítricas, bebidas isotônicas, vinagre e molhos para saladas é aparentemente inofensivo, diz o dentista Eduardo Tinoco, professor da Universidade Estadual do Rio de Janeiro. Mas, quando a pessoa exagera na dose, os dentes sofrem. “Existe gente que substitui água por isotônico. Quem ingere mais de 1 litro de bebida ácida por dia já coloca os dentes sob risco”, afirma. Refrigerantes em excesso provocam os mesmos danos.

Algumas pessoas que sofrem de erosão dental também têm as gengivas retraídas. A combinação provoca hipersensibilidade. E pode produzir dores terríveis se o desgaste já estiver em estágio avançado. “Às vezes, a única saída é a restauração do dente. É preciso recobri-lo com resina ou até mesmo fazer um enxerto de gengiva”, diz o dentista Marcelo Fonseca, diretor da Sociedade Brasileira de Odontologia Estética. Segundo Fonseca, cerca de 70% da população sofre de erosão ácida. Mas a maioria só se dá conta quando o problema já está num estágio avançado.

O processo de enfraquecimento dos dentes atingidos pela acidez costuma ser atenuado pela ação da saliva, que contém cálcio e fósforo. Esses minerais repõem as perdas naturais do esmalte. Mas a ingestão freqüente de produtos ácidos não permite que a remineralização aconteça por tempo suficiente. “Cremes dentais muito abrasivos – como os antitártaro – e escovas de cerdas duras pioram a erosão”, diz Tinoco.

Alguns especialistas, porém, acreditam que a erosão desencadeada pela dieta saudável só aconteça em casos patológicos. “A pessoa teria de chupar limão todo dia”, diz a dentista Suzana Pimentel, do Instituto Bibancos de Odontologia, em São Paulo. A partir de que nível a acidez dos alimentos começa a danificar os dentes? Isso pode variar de pessoa para pessoa. Ninguém deve abandonar o estilo de vida saudável. Mas é preciso ficar atento ao desgaste dos dentes para que o sorriso seja tão saudável quanto o resto do corpo.

Revista Época


DENTES BRANCOS EM 14 DIAS


Novo gel branqueador promete clarear dentes em 14 dias


Clarear os dentes em casa já é possível. A Colgate-Palmolive acaba de lançar um gel branqueador para ser usado duas vezes por dia, após a escovação, sem necessidade de moldeira ou nenhum outro apetrecho. Basta pincelar cada um dos dentes com a solução, esperar secar por 30 segundos e ficar 30 minutos sem comer nem beber.


Em cinco ou seis dias já é possível perceber o efeito, mas o tratamento deve ser feito por 14 dias. Quem quiser obter um clareamento ainda mais evidente pode prolongar a aplicação por mais sete dias. O efeito dura aproximadamente seis meses, quando, então, o tratamento pode ser reiniciado.

Produto remove 57% das manchas

O Simply White Gel Branqueador é composto por um sistema polímero que adere à superfície dos dentes após a aplicação e não precisa ser retirado. Assim, o peróxido de carbamida, ingrediente ativo do gel, remove 57% das manchas na superfície dos dentes e também atua abaixo dela. Os dentes ficam três tons mais claros que a cor original.



O gel não prejudica o esmalte dos dentes. Os ingredientes usados são os mesmos que os dentistas utilizam para fazer o clareamento no consultório. O produto é indicado tanto para quem já fez o clareamento no dentista e quer prolongar o efeito obtido como por quem quer ter dentes mais brancos mas não pode pagar pelo tratamento com produtos ou a laser feito pelo profissional especializado.



A duração do resultado dependerá do contato e exposição dos dentes a agentes que mancham, como tabaco, vinho tinto, café e chá, entre o período das aplicações. Produtos industrializados que contém corantes artificiais também são contra-indicados. O frasco, suficiente para três semanas de tratamento, custa R$ 39.

Fonte: O DIA On Line



FOP ESTUDA BACTÉRIA CAUSADORA DA CÁRIE

No Brasil ainda há índices relativamente altos de cárie, principalmente nas crianças em idade escolar. A cárie dentária é um dos principais motivos que levam a perda de dentes pela progressão, comprometimento da vitalidade e infecção dos canais radiculares. Nesse sentido, a cárie profunda é um dos motivos principais que levam a perda de dentes. Para evitar essa perda, tem se procurado remover menos quantidade de tecido dentário cariado (dentina) para diminuir a possibilidade de expor a polpa dentária e a necessidade de tratamento de canal, que não garante sucesso. A remoção parcial do tecido cariado, isto é, da parte mais amolecida e infectada pelas bactérias, permite que a polpa, que é quem determina a vitalidade do dente, se restabeleça e produza mais dentina para protegê-la, evitando o tratamento de canal, diminuindo a possibilidade de perda do dente.

Essa remoção é feita com auxílio de instrumento manual, diminuindo o desconforto para o paciente com o uso de brocas em alta e baixa rotação. Além disso, há necessidade de uso de material que seja compatível com a polpa para proteger a parte interna da cavidade limpa. O material mais utilizado para essa função é o cimento de ionômero de vidro que adere à estrutura do dente, no esmalte e na dentina. Entretanto, essa técnica permite que parte das bactérias que habita as porções mais profundas da dentina permaneça, uma vez que não elimina por completo as bactérias presentes no tecido que se encontra mais endurecido (dentina afetada ou alterada).
 
A necessidade de tratamento que diminua ou evite o desenvolvimento das bactérias remanescentes motivou pesquisadores da Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP) da Unicamp a buscar meios alternativos para tratar a dentina afetada, aumentando a capacidade antibacteriana do cimento de ionômero de vidro utilizado nesse procedimento restaurador. Os resultados da tese de doutorado da cirurgiã-dentista Aline Rogéria Freire de Castilho foram animadores, ao verificar que a incorporação de antimicrobianos ao cimento de ionômero de vidro melhora o efeito antibacteriano do cimento, sendo biocompatível e sem perder a resistência mecânica e a adesão ao dente. A pesquisa avaliou a adição de digluconato de clorexidina e hiclato de doxiciclina em diferentes concentrações ao cimento de ionômero de vidro modificado por resina Fuji Lining LC (GC Corp., Japão), verificando-se que ambos os antimicrobianos são eficazes na inibição de crescimento de microrganismos cariogênicos.

De acordo com a orientadora do trabalho, professora da área de odontopediatria da FOP, Regina Maria Puppin Rontani, essa nova fórmula tem a capacidade de matar os microorganismos que por ventura tenham ficado na dentina após a remoção parcial do tecido cariado. Esse é o efeito antimicrobiano, cuja função é combater, controlar o crescimento e desenvolvimento dos microorganismos, consequentemente, inibindo a progressão da cárie, revela a pesquisadora.
 
Fonte: A Tribuna

NÃO PRECISAMOS ESCOVAR OS DENTES - DIZ ESPECIALISTA


Há 10 anos, Paul Warren descobriu que era possível viver bem sem escovar os dentes. Ele conduziu uma pesquisa em pacientes, que, durante dois anos, deixaram as escovas de dente de lado e utilizaram somente um enxaguante bucal chamado clorexidina. Resultado: todos os problemas com doenças associadas a bactérias, como cáries e gengivite, foram controlados completamente. Mas o pesquisador britânico descobriu também que, apesar da pouca paciência para escovar os dentes, os seres humanos adoram a sensação de “dever cumprido” após a escovação — e que algumas bochechadas não eram suficientes para substitui-la.
Warren é o vice-presidente de assuntos sobre a saúde bucal da P&G, grupo que controla a marca Oral-B. Ele já escreveu mais de 100 artigos sobre o controle mecânico e químico das bactérias na boca e, na última semana, esteve no Brasil, em Salvador, para o congresso da Associação Mundial Dentária. Warren explicou a VEJA.com porque o enxaguante bucal ainda não está nas prateleiras dos supermercados e como será a escova de dente do futuro.
 
Escovar os dentes é coisa do passado?
 
Fizemos uma pesquisa há 10 anos com um enxaguante bucal. Durante dois anos, foi tudo o que os pacientes usaram, duas vezes por dia. Conseguimos controlar o problema de placa bacteriana completamente e com isso acabaram os problemas de gengivite. E se a quantidade de açúcar em contato com os dentes fosse controlada, era possível controlar as cáries também. Contudo, embora as pessoas não tivessem mais que escovar os dentes, elas não gostavam disso. Para elas, limpar os dentes requeria algum esforço e o enxague não era suficiente, mesmo o estudo mostrando que a saúde dos dentes e da gengiva foi preservado nos dois anos durante a pesquisa.

E esse enxaguante foi desenvolvido por vocês?

Não. Trata-se de um enxaguante genérico chamado clorexidina, disponível por meio de receita médica em várias partes do mundo. Ele envolve a superfície do dente com cargas negativas, então, quando uma bactéria se aproxima, ela é repelida por causa da carga do íon que está lá. Como qualquer medicação, existe também um risco associado.

Qual é o problema com a clorexidina?

O problema com esse enxaguante é que ele ajuda na formação de manchas nos dentes. Então, se a pessoa consumir muito café, chá ou vinho vermelho, é provável que ela desenvolva um certo nível de manchas nos dentes. Isso, claro, é inaceitável para muitas pessoas. A clorexidina é muito útil para situações onde o paciente não pode escovar os dentes, por causa de uma cirurgia, por exemplo. Mas, para grandes períodos de tempo, os efeitos colaterais não são animadores. Além disso, muitas pessoas não gostaram do gosto, que é bem forte. Eu brinco que se você gosta da bebida Campari, você irá amar clorexidina. A nossa intenção era encontrar algo que pudesse se fixar no dente e impedir a formação de bactérias eliminando a fonte das placas.

A criação de um enxaguante bucal capaz de aposentar a escova de dentes não seria um tiro no próprio pé?
 
Não acredito que a nossa pesquisa traria esse tipo de consequência. Em primeiro lugar, os resultados mostraram que mesmo controlando as placas com um enxaguante, as pessoas ainda gostariam de escovar os dentes. A impressão é que as pessoas precisam sentir o esforço ao escovar os dentes para se sentirem aliviadas. Como dentista, fiquei feliz por termos conseguido controlar a formação de bactérias apenas com um enxaguante, porque a maioria das pessoas passa apenas 46 segundos escovando os dentes. Todos os nossos estudos mostraram que o tempo médio de escovação é inferior a 50 segundos. E se você gasta menos que dois minutos escovando os dentes, você não está realizando uma higienização adequada.

A clorexidina seria capaz de eliminar a necessidade de utilizar fio dental?

O enxaguante que estudamos não é capaz de eliminar a comida que fica presa entre os dentes. Uma dentição perfeitamente alinhada e distribuída não teria esse tipo de problema, mas como a maior parte das pessoas não possui uma dentição perfeita, a resposta é não.
 
O enxaguante bucal seria mais barato que escovar os dentes?
 
Essa é uma questão interessante. Não tenho dados para afirmar que sim. Mas depende de quanto custaria o enxaguante se ele existisse no mercado de massa. Contudo, uma escova de dente é um aparato relativamente barato. É possível adquirir escovas mais sofisticadas que possuem preços variados e uma escova elétrica pode custar até 100 dólares. E honestamente, sob uma perspectiva de eficiência pelo custo, uma escova elétrica é melhor do que uma escova manual.
 
Vocês continuam na busca por um enxaguante que elimine a necessidade de escovas de dentes?
 
O clorexidina ainda é o padrão máximo para remoção de placas no que diz respeito a enxaguantes bucais e sabemos que ele possui esses efeitos colaterais com relação ao sabor e formação de manchas. Continuamos buscando outros agentes que pudessem ter a mesma eficácia sem os efeitos colaterais, mas, depois de 15 anos, ainda não encontramos nada. Isso quer dizer que ainda teremos que escovar nossos dentes com uma boa pasta dental e utilizar o fio.

O que podemos esperar para o futuro?

Houve uma pesquisa feita nos EUA ano passado perguntando às pessoas quais cinco objetos elas levariam para uma ilha deserta. O segundo colocado na lista foi a escova de dente. Isso mostra como as pessoas estão ligadas a esse pequeno objeto. Creio que, baseado nas muitas pesquisas que estive envolvido por todos esses anos, temos escovas manuais bastante eficientes se usadas devidamente. Esse é o desafio. Então, acredito que as pesquisas irão apontar para o desenvolvimento de escovas elétricas, uma vez que elas fazem um trabalho melhor em menos tempo.

As escovas elétricas estão por aí há um bom tempo, mas a maioria das pessoas ainda prefere as escovas simples.

Temos que motivar as pessoas para que a utilização seja correta. Por isso, teremos escovas elétricas com algum tipo de mecanismo de resposta, não apenas com uma contagem regressiva a partir de dois minutos, mas demonstrando quais partes da boca devam ser escovadas melhor, se a pressão está correta e assim por diante. Também acredito que as escovas terão uma função diagnóstica. Ou seja, aproveitar todas as informações existentes na saliva da pessoa. Seria possível captar, por meio de chips presentes na escova, informações sobre a sua saúde bucal e geral. Sabemos que a saliva pode mostrar indícios de diabetes e, se há sangramento, pode ser algum sinal de gengivite. O dentista poderia verificar a sua escova e dizer que você precisa se esforçar mais na escovação ou que você apresenta sinais de diabetes, cáries ou gengivite, por exemplo.

E como seria a escovação perfeita?

A primeira coisa a ser notada é a importância da saúde bucal. A boca não é separada do corpo, existe uma relação muito grande entre a saúde do nosso corpo e a saúde bucal. Por isso, uma boca saudável faz parte de um corpo saudável. E para chegar nesse estágio, é preciso existir uma escovação adequada, sistemática, passando em cada um dos dentes cobrindo todas as regiões. É preciso uma escova de dente com uma cabeça pequena para que todas as áreas sejam alcançadas e o mais importante, que você tenha paciência. Se você dedicar pouco tempo de manhã porque está com pressa para o trabalho ou escola, gaste mais tempo à noite para compensar.
 
Fonte: Veja Online

ACUMPUNTURA ATENUA DOR OROFACIAL

Estudo realizado em um serviço público de saúde, no município espanhol de Dos Hermanas, na província de Sevilha, atesta a eficácia da acupuntura para o tratamento da cervicalgia crônica, uma queixa comum na população de adultos em todo o mundo, caracterizada por dor orofacial. A pesquisa feita pela Cirurgiã-Dentista, Camila da Silva Gonçalo, investigou a história clínica de cem pacientes e conclui que a acupuntura pode ser uma opção válida também no Brasil, aonde esta terapia vem ganhando espaço no serviço público de saúde.

Segundo Camila, trata-se de um recurso adicional ao tratamento convencional, pois no estudo foi constatada uma redução significativa da intensidade da dor, do consumo de analgésicos, e das desordens do sono, entre outros fatores. "São poucos os trabalhos realizados na área odontológica, relacionando práticas integrativas e complementares em saúde pública e, por isso, quis investigar o assunto. Pelos resultados, acredito que a prática poderia reduzir os custos do sistema público de saúde", destaca a Cirurgiã-Dentista.
 
Camila passou seis meses na Espanha, com financiamento do Banco Santander e acompanhamento do professor Jorge Vas, da Universidade de Málaga, para desenvolver a pesquisa de mestrado apresentada na Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP), sob orientação do professor Antonio Carlos Pereira. A experiência, segundo ela, foi única, uma vez que o serviço de saúde onde estagiou tem como foco central o tratamento de dores crônicas. "É uma unidade de saúde onde se aplicam a acupuntura e outros recursos da medicina tradicional chinesa", explica. Todos os voluntários fizeram, em média, oito sessões de acupuntura e apresentavam quadro de dor por mais de três meses.
 
Fonte: Portal APCD

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Dentes alinhados sem o uso de aparelho fixo

Você já imaginou como seria prático e confortável alinhar seus dentes e exibir um sorriso perfeito sem precisar comprometer sua aparência com um aparelho fixo de metal? Graças aos avanços da tecnologia odontológica associada à estética, hoje você pode tornar o seu sorriso ainda mais bonito com o uso de um aparelho móvel à noite e por algumas horas durante o dia.

Atualmente, diversas opções mais discretas que o tradicional aparelho fixo de metal, conhecido como braquetes, estão disponíveis no mercado. Os braquetes quase transparentes, ou os posicionados por trás dos dentes com a face voltada para a língua, são alternativas que vêm conquistando cada vez mais adeptos. Porém, alguns inconvenientes como manchas no aparelho transparente, dores, cortes na boca, danos ao esmalte e à raiz do dente e dificuldades de higienização continuam sem solução. Inovando no mercado com alta tecnologia em alinhamento dental, surge uma opção para corrigir a posição dos dentes de forma simples, confortável e sem estes inconvenientes: o Sistema Myobrace.

Confeccionados em silicone, a linha de aparelhos australianos Myobrace foi desenvolvida para alinhar os dentes ao mesmo tempo em que corrige a função mastigatória, a respiração bucal, a força que a língua exerce sobre os dentes e a forma incorreta de engolir a saliva. Estes problemas são conhecidos como hábitos miofuncionais, os quais muitas vezes são as causas do mau posicionamento dos dentes. Além destes benefícios, o aparelho Myobrace é muito bem aceito por exigir uso somente à noite e duas horas durante o dia, não prejudicando a estética e o conforto na realização das atividades diárias.

Segundo a Dra. Alécia Louzada, Mestre em Ortodontia e Especialista em Ortopedia Facial e ATM, a alternativa agrada aos pacientes por substituir os aparelhos de metal: “Myobrace representa um avanço tecnológico em correção ortodôntica. Com ele posso corrigir hábitos miofuncionais enquanto alinho os dentes, e o que é mais fantástico, sem o uso de braquetes. Posso utilizá-lo em crianças e em adultos. O aparelho representa também uma ótima opção para pacientes com problemas periodontais (doença que acomete os tecidos em torno dos dentes e tem como causa a placa bacteriana), pois o cuidado com a limpeza dos dentes não fica comprometido durante o tratamento, ao contrário do que acontece com o uso dos aparelhos fixos”, conclui.

O alinhamento dentário pode ajudar na prevenção das cáries e das doenças que atingem a gengiva, os ligamentos e a estrutura óssea dos dentes, pois possibilita uma higienização mais fácil e completa. Além de toda importância estética que um sorriso bonito tem para imagem pessoal, dentes alinhados promovem uma mastigação com o aproveitamento ideal dos alimentos ingeridos, contribuindo também para o bom funcionamento das articulações entre os maxilares.

Fonte: Assessoria de Imprensa/OrthoSource

Exame de Hálito poderia detectar vários tipos de câncer.

Um exame de hálito, tão barato quanto um teste de alcoolemia, pode permitir detectar o câncer de pulmão, de mama, de intestino ou próstata, garante estudo publicado nesta quarta-feira pela revista britânica The British Journal of Cancer.

Os testes feitos em 177 voluntários afetados ou não por diferentes tipos de câncer mostraram que um teste de hálito pode reagir a compostos químicos que as células cancerosas emitem e estabelecer, independentemente da idade e do sexo dos pacientes, de que tipo de câncer se trata.

Os cientistas do Instituto Tecnológico Technion de Israel já tinham anunciado há um ano que um teste de hálito poderia permitir detectar um câncer, mas só fizeram análises muito preliminares que só confirmaram a detecção do câncer de pulmão.

Os testes publicados nesta quarta confirmam a detecção possível de cânceres, ampliando-se para os de mama, intestinos e próstata.

"Este estudo mostra que um 'nariz eletrônico' pode distinguir uma respiração saudável de uma maligna, assim como detectar os diferentes tipos de câncer", disse o professor Abraham Kuten, do instituto situado em Haifa (norte de Israel).

"Se pudemos confirmar estes resultados preliminares com estudos mais profundos, esta nova tecnologia poderia se tornar uma ferramenta simples para um diagnóstico precoce", acrescentou.


Fonte: Folha Online

Pacientes não precisam mais ficar com medo de frequentar os consultórios odontológicos

Quem não se recorda daquele barulho nos consultórios odontológicos? Ou passou um processo cirúrgico que a boca ficou toda cortada. A maioria deve ter recordado momentos nada agradáveis dentro dos consultórios, mas isso já é passado, porque agora as cirurgias e procedimentos são realizados com técnicas mais modernas. Além do mais, apresentam resultados melhores para os pacientes, sem contar o conforto.
 
As técnicas das cirurgias gerais que já são empregadas em outras áreas da medicina, como para tratamento cardíaco, neurológico, ou até mesmo na coluna, estão sendo adaptadas para a odontologia. O que antes precisava fazer um corte drástico, hoje com apenas um orifício é possível visualizar o problema do paciente, com ajuda de instrumentos menores e câmeras.



No caso dos próprios exames, como as tomografias computadorizadas, que permitem ao dentista saber a espessura do osso, a posição da arcada dentária e a relação com estruturas da face como nervos e artérias, permitindo escolher o tamanho e posição do implante que substituirá um dente natural, por exemplo.



Atualmente é possível examinar os dentes dos pacientes com câmeras de vídeo intraorais, detectar cáries com aparelhos de laser e marcadores químicos ou ainda com Raios-X digital. Depois de detectadas, as cáries iniciais podem ser tratadas com auxílio de lentes de aproximação microscópicas e instrumentos adequados à odontologia "microinvasiva", promovendo a preservação dos tecidos dentais.



Os barulhinhos do motor e da broca são, aos poucos, substituídos pelos aparelhos de laser que exercem as mesmas funções. Substâncias químicas como um gel de papaína (enzima extraída da casca do mamão) em 30 ou 40 segundos conseguem limpar e permitem uma restauração de resina no local.



Pontas diamantadas em aparelhos de ultrassom removem somente o tecido cariado, sem necessidade do uso da anestesia. Outra técnica são os “jatos” de partículas de óxido de alumínio ultrafino, que também removem a cárie dental.



Além de todas essas técnicas já conhecidas, pesquisas recentes trouxeram ao mercado brasileiro um novo tratamento microinvasivo para cáries iniciais e localizadas entre os dentes. Seu objetivo é preencher com uma resina os poros do esmalte dos dentes afetados pela cárie, impedindo a progressão da lesão cariosa.



Com o uso da broca parte do dente saudável sempre é removido, e com essa técnica que não necessita do "motorzinho", o paciente preserva as estruturas dentais. Hoje as resinas não são tóxicas, e ainda restauram um dente cariado com pouquíssima destruição dos tecidos saudáveis, com a vantagem de ficarem aderidas aos dentes, impedindo uma nova infiltração.



“Como em todos os campos, os avanços da tecnologia atingem também a área odontológica. Facilitam o trabalho dos especialistas e principalmente trazem benefícios aos pacientes. Os materiais odontológicos também evoluíram, o que contribui para a estética de um sorriso cada vez mais bonito”, explica a tutora do Portal Educação, odontóloga, Christiane Linda Toriy.

Fonte:Portal Educação

Dentes podem ser doados para o Banco de Dentes da Bahia

Na troca do dente de leite por permanente é muito comum as mães orientarem seus filhos a colocar os dentes embaixo do travesseiro, para que a fada do dente venha com um presente, ou até mesmo jogar no telhado. Independente da superstição, essa tradição pode mudar. Foi inaugurado o Banco de Dentes Humanos (BDH) da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), com objetivo de receber os dentes por doação para ser destinado ao transplante e estudo de universitários.

Segundo pesquisas, hoje o dente é considerado um órgão humano que se pode rastrear o DNA de uma pessoa. De acordo com o coordenador do BDH, professor Júlio Motta, a implantação do novo espaço é um processo de valorização da Odontologia. “Não há nada igual no Brasil. Antes os estudantes precisavam ir a cemitérios buscar dentes para treinar. O dente é um veículo de alta periculosidade de transmissão de Aids e Hepatite”, salienta.

Outro ponto é o processo de higienização que passarão todos os dentes recebidos, para que sejam manipulados sem riscos de contaminação. “Depois de armazenados são emprestados para treinamento dos alunos nas disciplinas, em estudos das formas dos dentes, restaurações, pesquisas e trabalhos científicos”, detalha Júlio Motta.

Um fator importante que tende a acabar é o comércio ilegal de dentes em cemitérios. “Os coveiros que vendem dentes podem ser presos. É preciso respeitar a cidadania, valorizar e divulgar os dentes como órgão humano”, conclui Motta.

No banco da Universidade, todo e qualquer dente pode ser doado. Os dentes de leite das crianças, os permanentes dos adultos em qualquer condição servem para o Banco. O projeto BDH ainda quer estimular essa participação de alunos da rede pública e privada de ensino. “Com o acesso a informações sobre a importância do ato, espera-se que crianças e adolescentes sejam agentes multiplicadores, incentivando pais e outros familiares à prática de doação de qualquer órgão humano para salvar vidas”, diz Motta.

O grande ponto positivo dessa iniciativa é o transplante brasileiro, e com a criação desse Banco, o problema poderá ser amenizado. No sul do país são 20 doadores por milhão, na Bahia só três. Para doar dentes extraídos, os interessados devem entregá-los diretamente nos postos de atendimento odontológico, em embalagem plástica ou qualquer recipiente fechado com água de torneira, que deve ser trocada a cada oito dias. O material pode, ainda, ser enviado por meio de correspondência. Mais informações pelo telefone (75) 3224-8424.

“Não é de hoje que sabemos que dente é um órgão. Por isso é extremamente proibida sua comercialização. O banco de dentes está à disposição dos estudantes. Vamos esperar uma campanha de divulgação mais massiva que possa orientar não só a criança, mas a mãe, a fim de que todos possam colaborar com as pesquisas e implante de dentes”, explica a tutora do Portal Educação, odontóloga Christiane Linda Toriy.

Fonte:Portal Educação