segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Agenda Setembro 2010

01/09/2010

XVIII Congresso Internacional de Odontologia do Rio de Janeiro
(CIORJ) - ABO/RJ
De 1 a 4 de Setembro - Rio Centro, no Rio de Janeiro (RJ)


Informações: (+21) 2504.0002, fax(+21) 2504.3859
E-mail: presidencia@aborj.org.br
Site: http://www.aborj.org.br/

02/09/2010

2010 FDI Annual World Congress
De 2 a 5 de Setembro de 2010 - Salvador - Bahia

http://www.fdiworldental.org/content/congress-events-0

03/09/2010

I COINTER - Congresso Internacional de Odontologia
De 3 a 5 de Setembro - Centro de Convenções Ulysses Guimarães - Brasília - DF.

Tel: (61) 3037.6444
Site: http://www.cointer.org.br/

16/09/2010

7º ENNEC – ENCONTRO NORTE-NORDESTE DE CIRURGIA E TRAUMATOLOGIA BUCO-MAXILO-FACIAL
De 16 a 18 de Setembro - Hotel Praiamar - Natal - RN

Informações: http://www.ennec.com.br/

17/09/2010

VII Encontro de Periodontia
De 17 a 18 de Setembro - Hotel Ouro Minas - Belo Horizonte - MG

Informações no Site: http://abomg.no-ip.com/abo/congPerio/site/principal.php?acao=primeira

II Congresso Mineiro de Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial
De 17 a 18 de Setembro - Hotel Mercure - Belo Horizonte - MG

Informações: http://www.comicbuco.com.br/

24/09/2010

Estética Goiá 2010
De 24 a 25 e Setembro - Oliveira´s Place Rua T-36. Nº 3.588. Setor Bueno Goiânia - Goiás

Informações: http://www.abo-go.org.br/esteticagoias//

Agenda Agosto 2010

06/08/2010

Congresso Internacional da International Association of Dental Students (IADS) e Young Dentists Worldwide (YDW)
De 6 a 12 de Agosto - Hotel Frida Family, Lago Balaton, Hungria
http://www.iads2007.hu/

13/08/2010

5º Congresso de Odontopediatria APCD/APO
De 13 a 14 de Agosto - APCD – São Paulo - Rua Voluntários da Pátria, 547 - SP

Site: www.apcd.org.br/odontopediatria
E-mail: decofe@apcdcentral.com.br

19/08/2010

7º Encontro de Mestres em cirurgia e prótese sobre implantes
De 19 a 21 de Agosto de 2010 -  Grand Hyatt Hotel - São Paulo http://www.conexao.com.br/eventos/

23/08/2010

X Congresso de Odontologia do Rio Grande do Norte - ABO/RN
De 23 a 26 de Agosto - Centro de Convenções de Natal, Natal (RN)
Informações: (+84) 3222.3812, fax (+84) 3201.9441
E-mail: aborn@aborn.org.br
Site: http://www.aborn.org.br/

26/08/2010

7º Feira e Congresso Internacional de Odontologia Estética
De 26 a 28 de Agosto de 2010 - das 10h às 20h - Espaço APCD- São Paulo
http://www.apcd.org.br/

30/08/2010

XX Jornada Acadêmica – UFRJ
De 30 a 31 de Agosto - Faculdade de Odontologia - UFRJ - Rio de Janeiro
http://www.odontologia.ufrj.br/

sábado, 7 de agosto de 2010

Anabolizantes aumentam gengivas

Anabolizantes aumentam gengivas
 
(Bibliomed). Esteróide anabolizante androgênico (EAA) é o nome usado para derivados sintéticos do hormônio sexual masculino, a testosterona. Nas sociedades atuais, um grande número de adultos jovens abusa destes esteróides para realçar o desempenho e a aparência física. Pesquisadores da Faculdade de Odontologia em Adana, na Turquia, realizaram estudo para avaliar os efeitos do abuso destas substâncias, sobre o tecido gengival, em um grupo de fisiculturistas e halterofilistas.

O trabalho foi publicado na última edição da revista Journal of Periodontology e mostrou que o uso prolongado dos derivados da testosterona, estava associado a um aumento gengival.

Os autores da pesquisa destacaram que em caso de suspeita de abuso de esteróides, os profissionais de saúde bucal devem estar atentos aos possíveis danos e efeitos adversos causados por estas substâncias.
 
Journal of Periodontology, 2006, Vol. 77, No. 7, Pages 1104-1109.

Infecções latentes de HCMV estão associadas a periodontites

Infecções latentes de HCMV estão associadas a periodontites

No estudo publicado na Oral Microbiology And Immunology, os autores compararam a eficácia de técnicas de detecção moleculares e de cultura viral.
 
Botero e colegas, do grupo de Medicina Periodontal da Escola de Odontologia da Universidad Del Valle (Colômbia), compararam a presença de citomegalovírus em amostras subgengivais de 44 pacientes e de 24 indivíduos sem periodontite através de nested-PCR, PCR em tempo real e cultura viral.
 
Por meio do estudo publicado na Oral Microbiology And Immunology, a equipe descobriu que a detecção do citomegalovírus humano (HCMV) foi maior ao usar nested-PCR e a freqüência de detecção das técnicas moleculares foi mais expressiva do que na cultura viral. A sensibilidade do PCR em tempo real foi de 60% comparada com 2,8% para a técnica de cultura viral.
 
Os pesquisadores confirmaram, após o estudo, que ocorre infecção ativa por HCMV em periodontites humanas, mesmo que se apresente em baixas freqüências. Em contrapartida, é mais comum aparecer a infecção latente de HCMV.
 
Agência Notisa

Técnica da Unicamp barateia aparelhos ortodônticos.

Técnica da Unicamp barateia aparelhos ortodônticos.
 
Um trabalho desenvolvido na Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP) da Unicamp promete baratear o custo para colocação de aparelhos ortodônticos. A odontóloga Maria de Paula Caldas criou uma metodologia para avaliação objetiva da maturação esquelética pelas vértebras cervicais em radiografias cefalométricas (da cabeça) laterais de meninas e meninos, com idade entre 7 e 15 anos.

O procedimento elimina a necessidade de se fazer uma radiografia de mão e punho, como habitualmente é necessário. Além de reduzir o custo de uma radiografia e, conseqüentemente, diminuir a exposição à radiação, as novas fórmulas também excluem uma etapa no processo. A idéia, no futuro, segundo Maria Caldas, seria disponibilizar o método em programa de computador para os profissionais de ortodontia.

 
Em geral, explica a especialista, para a colocação de aparelhos de qualquer natureza o profissional deve levar em consideração a maturação esquelética do paciente. O principal recurso utilizado atualmente para a determinação do estágio de maturação consiste na avaliação das radiografias de mão e punho. Uma grande preocupação, no entanto, reside na simplificação dos recursos de diagnóstico e, principalmente, na redução de exposições radiográficas indicadas aos pacientes. “Por isso, observa-se um crescimento da tendência de se utilizar, na prática clínica, as radiografias que já fazem parte da documentação ortodôntica de rotina, como é o caso das radiografias cefalométricas laterais”, explica.

 
Diferentes métodos de avaliação das vértebras cervicais foram desenvolvidos para determinação da maturidade esquelética e potencial de crescimento da criança. No entanto, todos esses métodos basearam-se em análises subjetivas através da visualização de alterações morfológicas nos corpos das vértebras. “Trata-se de uma análise subjetiva e com grau de precisão relativo, uma vez que os resultados podem divergir entre os avaliadores”. Com o novo método, a exposição à radiação diminui e torna-se possível uma avaliação precisa da idade óssea do paciente.
 

A dissertação de mestrado “Avaliação da maturação esquelética na população brasileira por meio da análise das vértebras cervicais” foi orientada pelo professor Francisco Haiter Neto. No estudo, Maria Caldas começou testando uma fórmula desenvolvida no Japão, específica para meninas japonesas. Coincidentemente, a aplicação da metodologia aqui no Brasil também só se mostrou eficaz se aplicada em meninas. A partir dessa constatação, os pesquisadores partiram para criar algo que considerasse uma avaliação objetiva da idade óssea em meninos e meninas brasileiros.
 

Fonte: Unicamp

Pesquisa mostra que crianças têm dificuldades em lidar com o aparelho ortodôntico

Pesquisa mostra que crianças têm dificuldades em lidar com o aparelho ortodôntico
 
Ocorre, por exemplo, a piora de sintomas orais e limitações funcionais. No entanto, o bem estar emocional melhora.

Para investigar as mudanças na saúde bucal relacionadas à qualidade de vida durante a terapia do aparelho ortodôntico fixo, Man Zhang, da Wuhan University, e colegas da University of Hong Kong, ambas na China, desenvolveram um estudo de coorte prospectivo com crianças. A pesquisa resultou no artigo "Changes in oral health-related quality of life during fixed orthodontic appliance therapy" publicado em janeiro de 2008 no American Journal of Orthodontics & Dentofacial Orthopedics.
 
Segundo a publicação, os autores administraram um questionário com 37 questões de percepção infantil a 217 crianças que fizeram uso de aparelho ortodôntico fixo. Os questionários foram respondidos em cinco momentos diferentes: (T0) antes do tratamento, (T1) uma semana após a instalação do aparelho ortodôntico fixo, (T2) um mês após, (T3) três meses após e (T4) seis meses após. Dos 217 participantes iniciais, 198 responderam os questionários.

Analisando os dados obtidos, os pesquisadores identificaram mudanças significativas em escores de percepção infantil, de sintomas orais, de limitações funcionais e de bem estar emocional ao longo dos seis meses. De acordo com o artigo, houve diferenças significativas em alguns domínios de escores de percepção infantil em T1, T2, T3 e T4 quando comparados com T0, sendo ainda mais consistentes as diferenças com relação aos sintomas orais. Os pesquisadores também identificaram mudanças significativas em certos domínios de escore de percepção infantil entre uma semana e um mês e entre um mês e três meses posteriores à instalação do aparelho. Porém, afirmam no artigo que "não houve mudanças significativas em escores de bem estar social".
 
Desta forma, os autores entendem que ocorreram mudanças na qualidade de vida depois da terapia com aparelho ortodôntico fixo. Quando comparam os resultados anteriores com os posteriores à implantação do aparelho, percebem que a qualidade de vida "é freqüentemente pior durante o tratamento (sintomas orais, limitações funcionais), embora seja melhor em alguns aspectos (bem estar emocional)". Eles afirmam ainda que o período em que houve maior mudança na qualidade de vida foi no primeiro mês de tratamento.

Fonte: Agência Notisa


Pesquisa analisa relação entre colocação de coroas e problemas periodontais

Pesquisa analisa relação entre colocação de coroas e problemas periodontais
 
Resultados mostram que as coroas podem ser associadas a mais sinais de inflamação, provocando sangramentos, vermelhidão e mau hálito, apesar de não estarem diretamente associadas à destruição periodontal.
 
Inúmeros estudos mostram uma relação entre a colocação de coroas fixas e as condições periodontais dos pacientes, apontando para uma maior incidência de inflamação das gengivas e destruição periodontal. No entanto, nem sempre a utilização de coroas representa problemas aos pacientes. Isso é o que mostram Cassiano Rösing e equipe da Universidade Lutherana do Brasil em um trabalho que teve como objetivo avaliar retrospectivamente as condições periodontais de pacientes com coroas fixas colocadas de 3 a 5 anos antes da realização da pesquisa.

De acordo com artigo publicado no número quatro de 2007 da revista Brazilian Oral Research, “40 pessoas foram analisadas no estudo. Exames clínicos de toda a boca foram realizados avaliando-se Índice de Placa Visível (IPV), Índice de Sangramento Gengival (ISG), Profundidade de Sondagem (PS) e Nível Clínico de Inserção (NCI) em 6 sítios por dente. Radiografias paralelas foram obtidas e analisadas cegamente por paquímetro digital (distância do ápice à crista óssea). Testes BANA também foram realizados. Um dente hígido contralateral foi considerado como controle”.

Os resultados mostram que as coroas apresentaram um valor médio de Índice de Placa Visível de 30,42%, comparado com 49,17% para dentes hígidos. O Índice de Sangramento Gengival foi de 33,33% e de 26,25% para dentes com coroas e hígidos, respectivamente. A Porfundidade de Sondagem revelou valores de 2,30 e 2,14 mm e a análise do Nível Clínico de Inserção demonstrou médias de 2,02 e 1,89 mm para coroas e dentes hígidos, respectivamente. Os valores médios para as distâncias radiográficas foram de 12,73 e 13,67 mm, e para o teste BANA, de 67,50 e 50,00 para dentes hígidos e com coroas. Segundo a equipe, foram observadas diferenças significativas para todos os parâmetros, exceto para NCI e para o teste BANA.

Dessa forma, os pesquisadores concluem que as coroas podem ser associadas a mais sinais de inflamação, entretanto não com destruição periodontal. “Apesar de os resultados não demonstrarem relação entre a colocação de coroas e a destruição periodontal, o fato de elas estarem associadas a mais sinais de inflamação deve ser levado em consideração, uma vez que as gengivites estão diretamente ligadas a uma pior qualidade da saúde bucal, em decorrência do sangramento, vermelhidão e do mau hálito, que hoje em dia é socialmente inaceitável”, destacam no artigo.
 

Agência Notisa

Tecnologia proporciona colocação da prótese logo após extração e mais segurança no procedimento

Tecnologia proporciona colocação da prótese logo após extração e mais segurança no procedimento
 
A tecnologia usada em implantes dentários se supera a cada dia, a ponto de possibilitar a colocação da prótese imediatamente após a extração. É a chamada “carga imediata”, técnica que pôs um fim no prazo de quatro a seis meses para a instalação de próteses fixas. Além disso, atualmente os materiais são cada vez mais eficientes quanto à translucidez, formato e cor, bem próximos da perfeição. Esta é uma alternativa para as pessoas que perderam seus dentes e junto deles sua auto-estima e sua vida social.

“Hoje em dia, devido aos avanços na área de odontologia, dificilmente um paciente ficará sem os dentes. Um dos únicos empecilhos é a questão financeira, mas vale lembrar que comparado ao passado, hoje as técnicas são inúmeras e cada vez mais acessíveis, tendo uma diminuição considerável dos custos. ”, explica o professor da Associação Paulista dos Cirurgiões Dentistas, Dr. José Mandia Jr.
 
Segundo ele até pessoas que perderam os dentes há muitos anos, a possibilidade de implantá-los não deve ser descartada.

“Geralmente quando o dente é extraído, não está em boas condições. Problemas gengivais ou de canal, associados à presença de bactérias levam a perda da estrutura óssea. Mas já existem técnicas de enxertos ósseos. Inclusive, os bancos de ossos, substituem a necessidade de tirar tecido ósseo do próprio paciente através de remoção cirúrgica”, completa o especialista.
 
Outra conquista são as avançadas tomografias computadorizadas, capazes de diagnosticar as condições ósseas dos pacientes e a necessidade ou não de um enxerto. Além disso, auxiliam o cirurgião-dentista na hora do implante, pois indicam com extrema precisão a melhor forma de se aplicar a técnica.
 
Dr. José Mandia Jr. é cirurgião-dentista, especializado em Prótese Dental, Dor e Disfunção Têmporo Mandibular, estética dental e professor da Associação Paulista de Cirurgiões Dentistas.
 
Villa Comunicação

Testes odontológicos falham em diagnóstico de problema dentário

Testes odontológicos falham em diagnóstico de problema dentário

Técnica mais precisa pretende solucionar alto índice de erro na detecção de complicações na polpa dentária. Desenvolvida pelo Ipen, em parceria com a Faculdade de Odontologia, consegue em torno de 97% de exatidão na análise de dentes permanentes

Pesquisa realizada em parceria entre a Faculdade de Odontologia da USP e o Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen) demonstrou, entre outros resultados, que os métodos atualmente utilizados para a análise da vitalidade da polpa dentária induzem o diagnóstico final a uma significativa porcentagem de erro.
 

Por sua opacidade e dureza, observar a parte interna de um dente não é simples. De maneira que muitos dentistas são levados a realizar testes que, mesmo captando relativamente bem os sintomas de algum problema, costumam falhar. O mais utilizado deles consiste em estimular térmica (quente ou frio) ou eletricamente o dente afetado para o paciente dizer se este dói ou não. São métodos baseados na interpretação do profissional e no grau de sensibilidade que o paciente possui, mas que podem induzir o dentista ao erro, podendo fazê-lo retirar uma polpa saudável ou detectar um problema tardiamente.
 

Segundo Gessé Nogueira, responsável pela Divisão de Desenvolvimento de Aplicações de Lasers do Centro de Lasers e Aplicações do Ipen, mesmo no caso de técnicas avançadas de diagnósticos sobre a vitalidade pulpar, como a Fluxometria Laser Doppler (FLD), os testes costumam errar entre 8% e 27% quando a polpa está necrosada e entre 10% e 32% quando a polpa está saudável.
 

Outros testes, como a descoloração da coroa (por luz direta e por transluminação) e a radiografia (radioluscência periapical e reabsorção externa da raiz), que são técnicas que não utilizam diretamente a sensibilidade do paciente, dificilmente erram no diagnóstico de um dente saudável. Mas no caso de um dente necrosado, a porcentagem de erro é alta. Pode chegar a 51% dos casos, com a transluminação; cerca de 65%, com a radioluscência periapical e perto de 85% com a reabsorção externa da raiz. "Estes tipos de teste são pouco confiáveis e, geralmente, respondem a estados tardios de necrose", afirma Nogueira.

Tratamento de números

O foco do trabalho de Nogueira, financiado pela Fapesp, está em melhorar a precisão do diagnóstico da vitalidade pulpar por meio de um tratamento de informação mais eficiente do que o feito atualmente.
 

A pesquisa tem como ponto de partida os registros de fluxo sangüíneo nos capilares da polpa para associá-los a possíveis anomalias. Após o registro, feito com a Fluxometria Laser Doppler, são produzidos algoritmos que classificam a anomalia de forma automática, através de uma máquina. O processo deixa de ter como base uma interpretação para se tornar algo objetivo e mais confiável. "Após elaborarmos algoritmos mais precisos, temos conseguido em torno de 97% de exatidão na análise de dentes permanentes e 100% na de dentes de leite, o que representa um avanço sensível", aponta o pesquisador.
 

Nogueira frisa que outra vantagem do método desenvolvido é que ele independe da experiência ou treinamento do profissional, já que ele poder ser implementado em programas de computador, o que resultaria em um instrumento automático de diagnóstico.
 

Em fase de estudos, a pesquisa já rendeu uma tese de doutorado e três de mestrado. "Estamos gerando conhecimento. No momento, não há contato com empresas para que máquinas que façam o diagnóstico em um laboratório sejam produzidas e comercializadas, até porque se trata ainda de um método relativamente caro. Mas o foco é melhorar a exatidão para que possamos demonstrar que o método é bom e confiável", completa Nogueira, dizendo que há a intenção de implementar os avanços obtidos ao menos na odontopediatria.
 

Agencia USP de Notícias

Brasileiros identificam bactérias causadoras de infecção dentária

Brasileiros identificam bactérias causadoras de infecção dentária


(Bibliomed). Evidências obtidas em estudos genéticos moleculares recentes revelaram que espécies orais de Treponema estão envolvidos em infecções de origem endodôntica. Os Treponemas são agentes relativamente bem conhecidos, pois um deles, o Treponema pallidum, é o responsável pela ocorrência da sífilis.

Os estudos de genética molecular que identificaram duas novas espécies de treponemas foram realizados por pesquisadores brasileiros da Universidade Estácio de Sá, no Rio de Janeiro. Os investigadores descobriram que esses microorganismos estão presentes em grande parte dos casos de infecção endodôntica primária.

Segundo disseram em publicação na revista Oral Microbiology and Immunology, o Treponema parvum foi encontrado em mais da metade das amostras de dentes analisadas em laboratório pela equipe de pesquisa.

Outro germe, o Treponema putidum, também foi encontrado em algumas amostras, mas em proporção bastante inferior: 2%.

Fonte: Oral Microbiology and Immunology Volume 20 Issue 6 Page 372 - October 2005