segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Cuidados com a saúde bucal pode diminuir o ronco.

O ronco é o primeiro sinal que o organismo dá de que existe alguma coisa errada com a respiração durante a noite. Segundo o cirurgião-dentista especialista em periodontia Ismael Marques Novo, o ronco e a apneia do sono podem ser tratados com aparelhos bucais, que avançam a mandíbula e impedem que a língua obstrua a passagem do ar na garganta.
 
— O ronco faz com que a pessoa durma mal e não tenha o chamado sono reparador. Por este motivo, as pessoas que roncam têm a impressão de não terem dormido direito durante à noite e, no dia seguinte, ficam sonolentas e indispostas — explica.
 
O especialista destaca que o problema é causado pela vibração dos tecidos da garganta, em função da turbulência do ar à medida que as vias aéreas se estreitam. A obesidade, a respiração bucal e o uso de cigarro e álcool agravam o problema do ronco. Se não tratado, ele pode evoluir para a chamada apneia do sono, parada respiratória que ocorre durante o sono e que pode ocasionar sérios problemas à saúde como hipertensão, enfarte do miocárdio e AVC.


— Os aparelhos orais são uma das melhores opções de tratamento, porém a avaliação odontológica do paciente é muito importante. Deve apresentar saúde periodental e articular para que o uso do aparelho seja seguro — afirma.
 
Ismael explica que para quem ronca, essa é uma alternativa para evitar a cirurgia. É uma prática rápida e eficiente, confortável e com custo relativamente baixo.


Fonte:Zero Hora








Escovas dentárias podem ser um veneno à saúde


Elas estão expostas, na maioria das vezes em cima da pia do banheiro, em local úmido, ficam com resto de comida e são utilizadas por mais de seis meses. Sabe do que estou falando? Das escovas de dente, elas são muito perigosas à saúde bucal quando usadas erroneamente. Devem ficar guardadas e serem inutilizadas em dois meses de uso.


Os fungos e bactérias adoram se proliferar nas escovas dentárias. Por isso, é importante que após o uso seja feita a higienização correta. Deixe as cerdas de molho por dez minutos em um recipiente com antisséptico bucal ou solução à base de clorexidina, produtos facilmente encontrados na farmácia. Um dos processos é lavar corretamente as cerdas de vez em quando. Além de trocar a escova dentária com frequência.
 
Uma pesquisa realizada pela Veris Faculdades, em Campinas, analisou a presença de diferentes tipos de micro-organismos no utensílio, inclusive coliformes fecais e outras bactérias que podem causar problemas gastrointestinais e febre.


Dez escovas foram analisadas pelas pesquisadoras Tássia Bulhões e Adriana Perez. Entre elas, cinco com dois ou três meses de uso e as outras cinco com apenas um mês. Segundo as pesquisadoras todas as escovas apresentaram micro-organismos, mas aquelas usadas por apenas 30 dias tiveram índices bem mais baixos.


Cada escova com mais de um mês de uso continha uma média de 1.100 coliformes fecais, 11 mil bactérias do tipo estafilococos coagulase negativa e cerca de 6.500 bolores e leveduras. Aquelas usadas por somente 30 dias apresentaram apenas 13 estafilococos, uma colônia de fungos e poucos coliformes fecais. A bactéria Pseudomonas aeruginosa, encontrada nas escovas usadas por mais tempo, não apareceu nas mais novas.
 
“Este estudo apresentou pela primeira vez um resultado quantitativo de bactérias. Com ele é possível notar que o ideal é a troca a cada mês da escova, pois a maioria das pessoas não executa a higienização da mesma corretamente, o que pode trazer vários males para a saúde”, salienta a odontóloga, tutora do Portal Educação, Christiane Toriy.
 
Fonte:Por Redação Pantanal News/Portal Educação










Broca dentária já tem 9000 anos

Um artigo publicado recentemente na conceituada revista Nature divulgou uma descoberta odontológica feita no Paquistão. Um grupo de arqueólogos escavou um cemitério pré-histórico na província do Baluquistão e encontrou pelo menos nove crânios com uma característica curiosa. Possuíam pequenas perfurações nos dentes. Perto das ossadas também foram localizadas protótipos primitivos da moderna broca dentária.

Exames com carbono 14 revelaram que os donos dos crânios viveram entre 5.500 a.C. e 7.000 a.C.. Antes se pensava que a odontologia havia iniciado há cerca de 5.000 anos, porém este achado mostra que a profissão é bem anterior. Lembrando que a moderna anestesia só foi inventada no século XIX.
 
Os dentes encontrados eram molares, de difícil acesso. Em pelo menos um caso, o dentista das cavernas realizou a perfuração a partir do fundo do dente, em direção à frente da boca, demonstrando grande perícia. Os orifícios tinham 3,5 milímetros de profundidade.

Um dos responsáveis pela descoberta, o antropólogo David Frayer disse à revista que os buracos eram perfeitos. “Mostrei as fotos ao meu dentista e ele achou os buracos surpreendentes”, comentou o pesquisador.

Quanto à técnica utilizada nas perfurações, os arqueólogos presumem que um pequeno arco era usado para introduzir as brocas feitas de pedra lascada nos dentes do paciente. Ainda que tudo fosse feito com grande cuidado, dói só de pensar. Os pesquisadores realizaram uma simulação do método empregado e perfuraram um dente humano (previamente extraído do dono) em cerca de um minuto.

Os autores da descoberta imaginam que as perfurações eram praticadas para aliviar a dor de cárie. Muitos dos dentes encontrados estavam cariados. Não foram encontrados sinais de obturações, mais os arqueólogos especulam que uma substancia similar ao piche poderia ter sido empregada. Além disso, tudo indica que os pacientes eram capazes de mastigar sem problemas após os procedimentos.

Apesar de bons dentistas, estes homens primitivos não faziam parte de uma civilização tão próspera. Segundo o professor Roberto Macchiarelli da Universidade de Poitiers, na França, a tribo encontrada tinha uma agricultura pouco desenvolvida, com quase nenhuma produção de algodão ou lã.
 


Por Redação Pantanal News/Portal Educação







Conheça os mitos e verdades do chiclete

Ele pode provocar cáries, mas também faz a limpeza dos dentes.

A ideia de que chiclete é mania de criança está mais do que superada. Os adultos são tão fãs da goma de mascar quanto os pequenos. Fato é que a indústria alimentícia tem se dedicado a criar produtos cada vez mais cheios de requisitos que se encaixem nas demandas da gente grande, como chiclete sem açúcar e chiclete que promete clarear os dentes, mas sem deixar de lado as versões coloridas, recheadas e de formatos mais variados para a garotada. O chiclete sempre foi considerado o vilão da boca por provocar cáries e visto como guloseima que atrapalha a dieta. Mas será que ele não traz nenhum benefício para o regime e para a saúde bucal? A nutricionista do MinhaVida, Roberta Stella, e o dentista Sidnei Leonard Goldmann ajudam a esclarecer os mitos e verdades relacionados ao hábito.

Os chicletes são bastante prejudiciais à dieta

Mito. Os chicletes, mesmos os que contêm açúcar, não são muito calóricos e até ajudam a enganar a fome. Claro que as gomas com recheios devem ser evitadas, pois são mais calóricas. Uma unidade de chiclete recheado apresenta, em média, 15 calorias. Duas unidades desse chiclete adicionam 1 ponto na lista da Dieta dos Pontos (programa que usa pontos em vez de calorias para guiar o consumo diário de alimentos). Enquanto um chiclete sem açúcar apresenta 2,5 calorias por unidade, sendo necessárias 9 unidades para acumular 1 ponto. "Se o hábito for mascar muitos chicletes por dia, a melhor opção é o chiclete sem açúcar para não acumular pontos ou calorias à dieta" , explica Roberta Stella.

A goma pode causar dor de estômago

Verdade. Se o chiclete é mascado várias vezes ao dia e a pessoa está há muitas horas sem se alimentar, vai estimular a produção do suco gástrico estomacal, que contém ácido clorídrico. A substância irá agir diretamente na parede do estômago, podendo causar dores. Dessa maneira, deve-se evitar mascar muitas unidades de chiclete por dia.

Todo tipo de chiclete provoca cárie

Mito. O açúcar presente no chiclete é o grande causador da cárie. Por isso, as versões diet e light podem ficar de fora dessa lista. Porém, alguns corantes e conservantes da composição das gomas podem ser feitos à base de amido e carboidrato, que vão se transformar em açúcar e também são nocivos aos dentes. "Opte por versões sem açúcar e incolores, que são as mais seguras", diz Goldmann. Outro ponto é que alguns chicletes, dependendo da sua composição, podem deixar o pH da boca muito ácido e provocar cáries.

O chiclete pode ser benéfico para a higiene bucal

Verdade. A mecânica de mascar e o atrito da goma com os dentes provocam uma limpeza superficial dos dentes. Quanto mais espessa ela for, melhor será o resultado. "Mas o chiclete não substitui a escova e o fio dental e nem tem o poder de remover a placa bacteriana ou prevenir a formação dela", explica o dentista.

O chiclete alivia o mau hálito

Verdade. Com a limpeza superficial que a goma proporciona, o hálito é favorecido já que há a renovação das células da boca. Mas é uma ação momentânea. E não serve para todo mundo. Quem sofre com problemas bucais, como periodontite, cáries ou uma restauração danificada, pode ficar com o mau cheiro acentuado com o uso do chiclete. Aliás, esse é o indício de que há um problema bucal.

Chiclete ajuda a clarear os dentes

Mito. Mesmo as versões que prometem esse benefício contêm concentrações muito baixas de peróxido (substância clareadora) para proporcionar algum clareamento. Além disso, ela não pode ser usada em altas concentrações na goma por ser um produto tóxico. "O peróxido pode queimar a gengiva. Por isso, só um dentista deve manipular a substância, evitando os riscos", explica Goldmann.

A goma é indicada para certos tratamentos bucais

Verdade. Em alguns casos, o chiclete é recomendado com ação de fisioterapia. Quando há inflamação dos músculos ou abertura limitada da boca (trismo muscular), o uso da goma é benéfico para minimizar o inchaço, fortalecer a musculatura bucal e recuperar os movimentos da mandíbula.


Fonte: Uol Noticias






























Quase 80% dos idosos brasileiros tem menos de 20 dentes

Os maiores riscos de perda dentária estão no interior do Mato Grosso e regiões Norte e Nordeste do Brasil.

Perda de dentes

Metade dos brasileiros entre 35 e 45 anos já perdeu ao menos 12 dentes e cerca de 80% dos idosos no país têm menos de 20 dentes.

E aproximadamente 35% dos idosos que precisam de dentadura não têm acesso a ela, segundo a pesquisa realizada pela Faculdade de Saúde Pública (FSP) da Universidade de São Paulo.

O levantamento foi feito em 250 municípios de todos os estados e abrangeu 13.471 adultos entre 35 e 44 anos e 5.349 idosos entre 65 e 74 anos.

Estética e saúde

A pesquisa indicou quais fatores tinham relação com a perda dentária em adultos, com a falta de dentaduras e a presença de menos de 20 dentes na boca (edentulismo funcional) em idosos.

“Quem tem menos de 20 dentes não consegue mastigar ou falar de forma eficiente”, explica o dentista Rafael da Silveira Moreira, autor da pesquisa. “E a estética fica comprometida”.

A pesquisa aponta que a média de perda dentária e edentulismo funcional foram maiores entre os habitantes de cidades pequenas, estados onde são extraídos mais dentes por habitante e regiões com menor número de dentistas por habitante.

Mapa dentário

Com essas informações, Silveira elaborou mapas mostrando as áreas do Brasil em que esses fatores de risco estão mais presentes.

Áreas de risco alto para perda dentária estão presentes principalmente no Mato Groso e Pará, no oeste da região Norte, em todos os estados do Nordeste, exceto Pernambuco e Bahia. Também há áreas menores na divisa entre Mato Grosso do Sul e Minas Gerais. As áreas de maior risco para idosos terem menos de 20 dentes estão no Nordeste, Norte, MT e PR.

O risco para edentulismo funcional é mais alto nas regiões Norte e Nordeste inteiras. Há manchas de risco altíssimo em regiões do interior da Bahia, Maranhão, Pará, Amapá e Amazonas. Há somente uma mancha de baixo risco, entre o Vale do Paraíba e a Região Metropolitana de São Paulo.

Condição social

A pesquisa mostrou que têm maior associação com a perda dentária alguns grupos que procuram mais os serviços odontológicos. Entre eles, mulheres e aqueles que foram ao dentista ao menos uma vez na vida.

Segundo Silveira, isso acontece por que muitas vezes as pessoas procuram serviços de saúde que não conseguem oferecer alternativas à extração – como tratamento de canal.

Quando têm pelo menos um carro, membros desses grupos correm menor risco. “A condição social da pessoa determina se ir ao dentista pode ser uma situação de risco ou proteção para a perda dentária”, diz Silveira.

Também tinham maiores chances de perda dentária pessoas com menos anos de estudo e quem não recebeu informações sobre como prevenir doenças bucais. Outros fatores de risco eram demorar mais de três anos para ir ao dentista ou só ir em situações de emergência.

Falta de dentaduras

O estudo mostrou que há mais idosos precisando de dentadura e sem acesso a ela nas cidades com menos de 100 mil habitantes, microrregiões em que muitas pessoas só vão ao dentista em situação de emergência e nos estados onde os adultos têm menor escolaridade.

Essas áreas de risco estão em todo o Nordeste, no oeste da região Norte e no norte de Goiás, Minas Gerais e Mato Grosso. Há algumas áreas de risco muito baixo em São Paulo, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul.

Idosos que nunca foram ao dentista têm o dobro de chance de precisar de dentadura e não ter. Também tem mais chance os homens, não-brancos, maiores de 69 anos e que moram em casas com maior número de pessoas por cômodo. Idosos que moram em áreas urbanas tiveram menor risco, mas quando a última consulta odontológica foi realizada no serviço público, o risco foi maior.

Risco de perda dentária

“A pesquisa ajuda a orientar políticas de saúde pública”, explica o professor da FSP Júlio César Pereira, orientador de Silveira. “O prefeito de uma cidade que agrega muitos fatores de risco pode ir a Brasília, mostrar esse mapa e pleitear mais recursos.”

Além disso, os resultados podem servir para mostrar aos dentistas quais pacientes têm maior risco de perda dentária. “Assim, quando entrar um paciente com perfil de risco, ele já sabe como atender”, diz Pereira.

Fonte: Agência USP


















































Facetas Dentárias: Odontologia estética

Um dos grandes desafios da odontologia estética sempre foi como restaurar um dente fraturado devolvendo a forma a função e a estética dentária. Hoje em dia, com o alto desenvolvimento dos materiais odontológicos, associado ao grande números de cores e corantes especiais com propriedades visuais semelhante a estrutura natural dos dentes, é possível restaurar um dente com extrema qualidade estética e longevidade.

Essas facetas podem ser realizadas de duas formas distintas, sendo direta ou indireta.

A Faceta direta é uma camada bem fina de resina, de coloração igual ao do dente, ou seja, uma capa resistente da cor dos dentes. Esta camada não desgasta o dente, nem o prejudica de maneira alguma. O tratamento de faceta de resina é indicado para correção de imperfeições tais como dentes quebrados, rachado ou com diastemas (dentes separados). A durabilidade de uma faceta dentária depende dos cuidados do paciente. O paciente terá a faceta por anos, podendo oscilar a coloração, pois a alimentação inadequada pode escurecer (amarelar) os dentes.

Portanto uma visita ao dentista com frequência poderá prevenir problemas futuros. A recomendação é a visita trimestral ao dentista para manutenção dos dentes. Lembre-se que a saúde bucal é fundamental para uma vida saudável.

A Faceta indireta ou laminados de porcelana são pedaços de porcelana personalizados que o dentista posiciona na parte frontal dos dentes para melhorar sua aparência e reparar danos. Para realizar o procedimento o dentista remove uma pequena quantidade do esmalte do dente, o que dura cerca de duas horas, tira o molde da boca e insere facetas provisórias enquanto as definitivas são fabricadas.

Por volta de duas semanas depois, quando o laboratório entrega as facetas definitivas em porcelana, o dentista prende o material na parte da frente dos dentes e a diferença no sorriso pode ser notada na hora.

Se você tem interesse nessas técnica deve procurar um especialista para fazer uma avaliação. O valor desses procedimentos depende de quantas facetas são necessárias para o embelezamento de seu sorriso.

Fonte : www.atribunamt.com.br

Aparelho auto-ligável:Evolução na odontologia

A ortodontia é a ciência que estuda a etiologia, desenvolvimento e tratamento das más oclusões e trabalha com a movimentação dos dentes em direção a posicionamentos considerados mais estéticos, funcionais e estáveis.

Os aparelhos ortodônticos são as ferramentas com as quais o ortodontista põe em prática o plano de tratamento elaborado especificamente para cada paciente. É muito importante lembrar que os aparelhos ortodônticos não trabalham sozinhos. A maior parcela do sucesso do tratamento ortodôntico depende de um diagnóstico bem feito, de um plano de tratamento adequado, da formação do especialista e de sua experiência clínica, além da colaboração do paciente.

Existem várias técnicas dentro da Ortodontia. O especialista, de acordo com sua formação e experiência, escolhe a de sua preferência. Normalmente cada técnica apresenta variações próprias da aparelhagem ortodôntica. Você não imagina a quantidade de informações que uma simples “pecinha metálica” (bráquete) pode apresentar!

Bráquetes Auto-Ligáveis

São aparelhos ortodônticos cujo bráquetes são os mais modernos e com maior tecnologia existente atualmente. Este sistema dispensa o uso de borrachinhas ou metais para prender o arco no braquete, pois apresenta um encaixe próprio que fixa o arco. A grande vantagem deste sistema é a diminuição do atrito entre o fio ortodôntico e o braquete, tornado possível a utilização de forças mais leves, porém constantes nos dentes realizando dessa forma o movimento dentário mais rapidamente. Assim, é possível diminuir o tempo total do tratamento, alem do fato de não precisar ir todo mês ao ortodontista, outra grande vantagem é a facilidade na higienização dos dentes e menos acúmulo de alimentos nos braquetes diminuindo assim a quantidade de placa bacteriana, acúmulo de tártaro, inflamações gengivais e a ocorrência de cáries. Sem dúvida essa técnica é a evolução no tratamento ortodôntico.

O Sistema de braquetes auto-ligável é mais do que um novo produto – é um conceito completamente novo que proporciona um posicionamento dentário ideal e uma melhoria na simetria da face, diminuindo às vezes necessidade de extrações dentárias, expansão palatina e reduzindo o número de cirurgias dos maxilares.

Amplamente fundamentada em dados científicos com comprovado sucesso no tratamento corretivo de casos complexos, também permite melhores condições de planejamento e execução dos tratamentos ortodônticos.

Resultados fantásticos são alcançados com redução significativa do tempo de tratamento e do número de consultas, desta forma, o paciente tem maior conforto do que no sistema ortodôntico convencional.
 
Fonte : www.atribunamt.com.br














Uso de aparelhos dentários cresceu 40% entre adultos em SP

Um levantamento da Associação Paulista de Ortodontia mostra que o número de adultos que procuram o dentista para colocar aparelho para corrigir problemas nos dentes aumentou 40% nos últimos 10 anos. Além da preocupação maior com a estética, as novas tecnologias e a diminuição dos custos ajudaram a atrair essa nova clientela.
Crianças e adolescentes ainda são maioria, mas muitos não fizeram o tratamento na infância por falta de dinheiro, de informação e até de profissionais especializados. Segundo a Associação Paulista de Cirurgiões Dentistas, o tempo de tratamento nos adultos depende de cada caso, mas em média varia de dois a três anos e pode custar, em clínicas particulares, de R$ 3 mil a R$ 6 mil.
Segundo a dentista Alda Santos Teixeira, atualmente os adultos representam quase metade do atendimento feito na clínica. Muitos deles, segundo a dentista, procuram a clínica com dores no maxilar ou reclamam de dor de cabeça.
O dentista Antonio Borin Neto, que está trabalha com ortodontia há 30 anos, afirma que, quando se formou, foi um dos poucos que escolheram essa área. Mas atualmente, além do aumento do número de profissionais especializados, também aumentou o número de produtos nacionais, que baratearam o custo e ajudam a melhorar o conforto do paciente.

Fonte : http://g1.globo.com




Frutas e legumes podem contribuir para a limpeza dos dentes, segundo especialistas.

Alimentos fibrosos, como os legumes e frutas frescas, já recomendados pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para uma alimentação balanceada, também contribuem para a limpeza dos dentes, ajudando a prevenir cáries e a manter uma boa saúde bucal, segundo especialistas. Por serem duros, esses alimentos são capazes de limpar a superfície dos dentes por meio do próprio atrito provocado pela mastigação, removendo resíduos e placa bacteriana, segundo cirurgiões-dentistas da Faculdade de Odontologia São Leopoldo.
Maçã, pera, melancia, kiwi, cenoura, pepino, acelga e aipo, assim como as nozes e as castanhas, são alguns dos alimentos "limpadores ou protetores" recomendados pelos cirurgiões-dentistas. Os especialistas ressaltam, no entanto, que, apesar de contribuírem para a higiene bucal, eles não substituem a limpeza com creme e fio dental, fundamental após todas as refeições. "As maçãs possuem um mecanismo de ação interessante: contêm polifenóis que estimulam a saliva e ajudam na limpeza dos dentes. Mas, por serem ácidas, apresentam o risco do desenvolvimento de cárie. Assim, a escova e o fio dental nunca devem ser dispensados", explica a professora Luciana Butini Oliveira.
Segundo a especialista, o consumo dos alimentos "limpadores ou protetores" é indicado para qualquer idade. "Em crianças, por exemplo, é recomendada a introdução gradativa de alimentos sólidos por volta dos seis meses de idade, para que ela aprenda a mastigar e a desenvolver adequadamente as estruturas musculares da arcada dentária", explica a cirurgiã-dentista.
Por isso, segundo Luciana Oliveira, a mastigação é muito importante e precisa ser realizada de forma correta. "Ela deve ocorrer com os lábios fechados e com os músculos mastigatórios mantendo os dentes em forte oclusão, principalmente na presença de alimentos duros. Sem a trituração dos alimentos de forma correta, eles acabam sendo digeridos em pedaços que podem provocar problemas gástricos".
Ricos em vitaminas A, B6, B12, C, D, E, K e ácido fólico, as frutas, legumes e verduras, de modo geral, têm baixo teor de açúcar e menos gordura se comparados aos alimentos considerados "vilões" da saúde bucal. O mel e o açúcar, refrigerantes, balas, bombons, bolachas doces e recheadas, gomas de mascar e outras guloseimas consumidas no dia a dia, ao contrário dos alimentos fibrosos, produzem ácidos que reduzem o PH da saliva, o que aumenta a proliferação de bactérias e o risco do desenvolvimento da cárie.








Os cuidados com o coração começam pela boca

Cuidar da saúde bucal não é só uma questão de estética.

Manter a boca, dentes e língua limpos pode, inclusive, evitar doenças do coração.

O comprometimento da saúde bucal pode estar diretamente associado à endocardite infecciosa, doença que afeta o coração e as funções vitais.



É também responsável por uma alta morbidade e por significativas taxas de mortalidade.

A endocardite de origem bucal surge tanto por infecções espontâneas, provenientes de dentes ou gengivas que não têm a higiene adequada ou quando a área infectada precisa passar por tratamento odontológico.

Nestes casos, o que provoca a doença é a bactéria Streptococus viridans, que habita normalmente a boca sem provocar qualquer dano.

Mas ao entrar em contato com a circulação, esta bactéria vai parar no coração e pode provocar a endocardite. Em indivíduos saudáveis, a bactéria chega ao coração, mas não causa infecções. O principal grupo de risco são os portadores de doenças ou lesões da válvula cardíaca e cardiopatias congênitas.

De acordo com o Instituto do Coração (Incor), além do coração, a Streptococus viridans pode chegar a outras partes do organismo, como rins, aparelho digestivo, articulações e olhos, causando infecções.

Pesquisas recentes têm associado às infecções, inflamações e outras afecções de gengiva com a arteriosclerose, que podem comprovar a correlação da saúde bucal com a ocorrência de infarto. Se confirmadas estas pesquisas, pessoas portadoras de doenças periodontais estarão mais sujeitas a desenvolverem a arteriosclerose. Outra doença que é provocada por bactérias encontradas na cavidade bucal é o reumatismo infeccioso.

Um trabalho da Universidade de Buffalo, nos Estados Unidos, provou a relação entre uma limpeza malfeita das gengivas e a doença pulmonar obstrutiva crônica.

Esta mesma universidade tem outro dado alarmante. Segundo estudiosos de lá, uma vez na circulação as bactérias que vivem no sorriso mal conservado disparam reações químicas que apressam o parto. Se os cálculos forem precisos, uma gengivite aparentemente simples consegue aumentar em até sete vezes as chances de uma mãe ganhar um bebê prematuro.

Estudos divulgados pela Academia Americana de Periodontologia mostram que a gengivite agrava a osteoporose, os micróbios prejudicam os ossos da face que sustentam a arcada dentária.

Especialistas alertam para os cuidados que devem ser tomados em pacientes cardíacos. Durante procedimentos clínicos que induzem o sangramento gengival ou da mucosa bucal em pacientes com condições de risco, recomenda-se que seja administrado antibiótico de forma profilática.

Contudo, os antibióticos não são totalmente eficazes na prevenção da bacteremia após procedimentos odontológicos, mesmo quando as bactérias são susceptíveis ao antibiótico usado. O paciente deve ficar atento a qualquer sintoma clínico incomum (febre, fraqueza, letargia) e procurar um médico imediatamente.












Usar piercing na língua entorta os dentes

Pesquisa nos EUA indica que pessoas criam mania de "brincar" com a joia na boca .
 
Um estudo feito pela Universidade de Buffalo, nos Estados Unidos, indica que usar piercing na língua pode fazer com que os dentes da frente se entortem e tenham um espaço considerável entre eles. O motivo, de acordo com os pesquisadores, é o fato de os usuários forçarem a joia, principalmente as que tem formato de bastão, contra os dentes.

Sawsan Tabbaa, principal autor do estudo, diz que se trata de uma regra básica da ortodontia, segundo a qual esse tipo de força, com o tempo, faz com que os dentes se movam. Uma pesquisa anterior da universidade, feita com alunos de ensino médio da cidade, já havia indicado que os adolescentes com piercing na língua adquirem o hábito de tocar a parte de trás dos dentes com a joia e também colocá-la entre eles.

Os pesquisadores analisaram o caso de uma jovem de 26 anos que tinha um grande espaço entre seus dentes incisivos centrais - era comum que ela colocasse a "bolinha" do acessório entre os dentes. Ela, que usava um piercing há sete anos, não tinha esse problema antes da colocação do produto, diz o pesquisador.

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Técnica ajuda a criança a perder o medo de ir ao dentista

Cachorros, jacarés, dinossauros e flores esculpidas em uma espécie de massinha amarela e vermelha chamam a atenção das crianças que aguardam atendimento na sala de espera do odontopediatra Leo Kriger, de 68 anos.

O que à primeira vista parece apenas uma decoração excêntrica, na verdade é o resultado de um método odontológico para tratamento de crianças desenvolvido em seus 45 anos de profissão.

No fim da primeira sessão, após uma longa conversa com os pequenos, inclusive sobre as “esculturas” de seu mini museu, Kriger entrega uma cera dental vermelha e outra amarela para a criança levar para casa e fazer a sua própria escultura, que será incluída na exposição já na sessão seguinte.

Essa rotina se repete em todas as sessões do tratamento.

O objetivo é estabelecer vínculos afetivos entre o dentista e as crianças. “Quando elas sentem o acolhimento, ficam mais tranquilas e prontas para o tratamento”. No primeiro dia, o paciente nem se senta na cadeira do dentista, pois ele enfatiza que em sua cadeira “só senta quem é seu amigo“.

O sinal para saber quando começar o trabalho é quando este consegue abraçar a criança, o que, com os de comportamento mais difícil, geralmente só acontece no terceiro encontro.

A técnica faz tanto sucesso que será tema da palestra "Ludoterapia, uma aliada importante no manejo da criança em Odontopediatria", a ser dada por Leo Kriger no Congresso Internacional de Odontologia do Centenário, realizado pela APCD – Associação Paulista de Cirurgiões-Dentistas, entre 29 de janeiro e 1 de fevereiro, no Expo Center Norte, em São Paulo.

O evento abre em grande estilo os 100 anos de atividades da APCD.

Ex-pacientes adultos lembram do tratamento Leo Kriger conta que quando iniciados desde muito pequenos, os pacientes tendem a seguir pedindo as massinhas até os 10 ou 12 anos.

As ceras são realmente usadas nos tratamentos – a amarela serve originalmente para estabelecer a oclusão dos pacientes e a vermelha é usada para fixar fios de aço em modelos de confecção de prótese e ortodontia. “Tenho ex-pacientes com quase quarenta anos hoje e que ainda se lembram do tratamento quando eram crianças”, se orgulha.


A técnica nasceu quando participou de um curso de ludoterapia com gesso e teve a ideia de usar as ceras coloridas. “O diferencial é que a criança não pode comprar a cera, que só é encontrada em casas especializadas em produtos odontológicos. Para brincarem com o material, elas têm que voltar ao meu consultório”, explica.

O método foi sendo polido de forma totalmente empírica, no dia a dia das consultas, mas já rendeu dois artigos, um deles no jornal da Aboprev (Associação Brasileira de Odontologia de Promoção de Saúde), sob o título “A Ludoterapia no manejo do cliente de Odontopediatria”. E segundo o dentista, pode gerar um estudo mais completo nos próximos anos.

O dentista afirma perceber o estado emocional das crianças por meio das esculturas. “Uma vez uma delas esculpiu um menino subindo em um pau de sebo; no topo estava uma serpente maior, que representava o pai severo, e na base uma serpente menor, aludindo à mãe permissiva com os abusos do pai”, conta o odontopediatra, que pediu o auxílio de uma amiga psicóloga quando viu o trabalho.

Ele explica que sempre que encontra casos como este, encaminha a criança para tratamento com terapeutas.
Fonte : Site Segs










Brasil diminui o número de cárie na população, segundo pesquisa do MS

Recentemente, o Ministério da saúde divulgou uma pesquisa que aponta que o número de brasileiros com cáries diminuiu, de forma considerável, nos últimos oito anos.

A Pesquisa Nacional de Saúde Bucal 2010, divulgada no final de dezembro de 2010, mostra uma queda de 26% no número de cáries dentárias entre crianças de doze anos desde 2003.

Nessa faixa etária, outro destaque é o crescimento de 30% no número de crianças que nunca tiveram uma cárie na vida. O resultado positivo da pesquisa levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a incluir o Brasil no grupo de países com baixa prevalência de cárie.
“A pesquisa aponta para uma melhora significativa no quadro de saúde bucal das crianças, reflexo das políticas focadas na Atenção Primária, em ações de prevenção e promoção à
saúde.

O desenho amostral da pesquisa não permite fazer inferências para estados (somente para macrorregião como a Sudeste e Brasil), porém uma das ações da Coordenação Estadual de Saúde Bucal previstas para 2011 será reproduzir a metodologia do SB Brasil 2010 no Estado para que possamos desenhar um quadro da realidade da Saúde Bucal em Minas Gerais, possibilitando melhores direcionamentos das políticas”, comenta a coordenadora de saúde bucal da SES-MG, Daniele Lopes Leal.

O estudo foi feito com base em entrevistas e exames bucais em 38 mil pessoas, divididas em
cinco grupos etários, dos cinco aos setenta e quatro anos.

Cento e setenta e sete municípios, entre eles 26 capitais e o Distrito Federal, participaram do estudo. Em linhas gerais, a cárie é uma doença bucal que causa a destruição dos tecidos duros dos dentes causada pelas bactérias.

Segundo a dentista Dr. Denise Vieira Travassos, doutoranda em saúde coletiva e professora assistente do Departamento de Odontologia social e preventiva da UFMG, o tratamento vai depender da gravidade da doença. “Se for menor pode ser feito um controle de placa, dieta equilibrada e uso do flúor.

Ou, se for mais severa, é indicado a remoção mecânica, através do desgaste dos dentes (uso dos chamados motores de dentista) e posteriormente restauração do dente”.
Fonte: Site Canal Minas Saúde




Dentista que atua no serviço público de MG reclama aposentadoria especial

Chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF) Reclamação (Rcl
11156) proposta pelo cirurgião dentista Evandro Brasil que solicita o direito de obter sua aposentadoria especial com base em julgado da Corte (Mandado de Injunção 910). Servidor público, Evandro trabalha há mais de 25 anos no Instituto de Previdência dos Servidores do Estado de Minas Gerais (IPSEMG) e sustenta que se manteve exposto a “agentes insalubres durante todo o pacto laboral, sempre na atividade de cirurgião dentista”.
A defesa alega afronta a decisão monocrática do ministro Joaquim Barbosa nos autos do Mandado de Injunção (MI) 910, que permitiu, em junho de 2009, a aposentadoria especial dos
cirurgiões dentistas. No MI, o Sindicato dos Odontologistas de Minas Gerais pedia ao Supremo o direito à aposentadoria especial dos profissionais cirurgiões dentistas ocupantes de cargo público com regime próprio de previdência.
De acordo com a reclamação, o autor se manteve exposto aos agentes insalubres durante todo o período laboral, além de ser sócio do Sindicato dos Odontologistas de Minas Gerais.

Assim, afirma que preenche todos os requisitos para solicitar a aposentadoria especial, “que indevidamente vem sendo indeferida de plano e de forma infundada pelo reclamado [IPSEMG]”, benefício que não teria sido concedido por conta da omissão legislativa que durou mais de 21 anos.

“Em desrespeito à decisão do Supremo, a Procuradoria do IPSEMG vem indeferindo a análise da referida aposentadoria especial, sob o falho argumento de que não há norma regulamentadora e pelo ilusório fato de desconhecer o referido MI 910”, contam os advogados do dentista.

Porém, ressaltam que, no pedido apresentado ao instituto, foi anexada cópia da decisão do Supremo.

Dessa forma, a defesa pede que o Supremo determine ao IPSEMG a análise do pedido de aposentadoria especial, com data da aposentadoria do pedido administrativo. Caso o instituto não analise o pedido, os advogados do dentista solicitam que o STF conceda aposentadoria especial ao seu cliente.

Fonte: Correio do Brasil










Novo equipamento promete revolucionar o tratamento de câncer de boca

Um novo equipamento promete revolucionar o tratamento do câncer de boca. O diagnóstico fica mais preciso e é menos dolorido para o paciente.

O aparelho está sendo testado no maior hospital público de São Paulo. A área captada por este aparelho corresponde á cabeça de um alfinete de costura. Parece pouco, mas o que a imagem revela é muito para o diagnóstico precoce do câncer de lábio inferior.


O aparelho capta através de um laser indolor e não lesivo os sinais dos primeiros sintomas, como manchas brancas e vermelhas.
O aparelho de tecnologia americana custa 140 mil dólares.
O equipamento é tão preciso que muitas vezes até evita uma biópsia.

A doença ocorre com mais frequência em homens de pele e olhos claros e com mais de 40 anos, que nunca se protegeram do sol.

Por ano, são mais de 200 mil novos casos de câncer de lábio inferior registrados no Brasil. O único jeito de se prevenir dele é evitar o sol.

Fonte:Jornal da Band